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setembro 13, 2011

Rebelião vara a madrugada; detentos voltam a fazer exigências

A rebelião na Casa de Custódia de Maringá, que iniciou por volta das 12h30 desta segunda-feira (12/09), continuou durante a madrugada desta terça-feira (13/09) e teve as negociações retomadas por volta das 6h. Atualmente são aproximadamente 900 presos no local, sendo que destes 400 participam do motim. É a maior rebelião em presídio já registrada no interior do Paraná.
Por volta da meia-noite o Batalhão de Operações Especiais (Bope) de Curitiba chegou a Maringá. A noite, em frente ao presídio, foi tranquila, apesar da gritaria de alguns familiares. Os policiais tiveram que afastar cerca de 30 pessoas que começaram a incitar os presos a continuarem com a rebelião e insultar os policiais.
Por volta das 7h, os detentos começaram a colocar vários cartazes, com insígnias do Primeiro Comando da Capital (PCC). O líder do grupo, conhecido sob o codinome Fernando, voltou a negociar com os policiais. Eles exigem a transferência de 39 presos - os líderes da rebelião - para presídios de Londrina e também de outros estados (maioria deles São Paulo)
Eles colocaram três reféns, com as mãos amarradas, sob as caixas d´água, que fica em cima da laje. Um grupo armado com barras de ferro está envolta deles os ameaçando de morte, caso a polícia invada o presídio. Os reféns são detentos que estavam presos na ala de segurança, pois eram jurados de morte. Os rebelados conseguiram invadir este setor na segunda-feira. Eles também mantêm um agente penitenciários como refém.
O líder do grupo pede a presença da imprensa e também de representes dos Direitos Humanos para continuar as negociações.

(odiario.com)

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