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junho 11, 2014

PHS e Psol definem nomes ao governo do PR




Apresentando-se como alternativas à disputa ao governo do Paraná, o PHS e o Psol oficializaram ontem (10/06), as pré-candidaturas de Silvio Barros e Bernardo Pilotto, respectivamente. Os partidos foram os primeiros do Estado a se reunir na temporada de convenções, que abriu ontem e segue até o dia 30. 
No caso do PHS, que promoveu evento em Maringá, onde Barros foi prefeito por duas gestões (2005-2008 e 2009-2012), ficou definida também a coligação com o recém-criado Pros, tanto na majoritária como na proporcional. Segundo Barros, a indicação do vice e dos nomes para concorrer ao Senado, à Assembleia Legislativa (AL) e à Câmara dos Deputados, contudo, ainda depende da negociação com outras siglas. 
"Estamos conversando com o PTB do Alex Canziani, com o PTdoB, com o PPS e com o PSD, mas a maioria aguarda pela convenção do PMDB, que é estratégica", adiantou. Na ocasião, o partido do senador Roberto Requião (PMDB) irá decidir entre a candidatura própria e o apoio à reeleição do governador Beto Richa (PSDB). 
Irmão do ex-secretário de Estado da Indústria e Comércio Ricardo Barros (PP) e cunhado da deputada federal Cida Borghetti (Pros), o ex-prefeito de Maringá disse que "estava" próximo aos tucanos. "Evidentemente que com a candidatura lançada não existe mais tanta simpatia com o governo do Estado, até porque a nossa base eleitoral é a mesma", afirmou. Ele contou que visita hoje a Associação Comercial de Londrina (ACL), às 16h30, para discutir com os empresários da região propostas que devem integrar seu plano de governo. 
Psol
Além de Bernardo Pilotto, o Psol lançou o professor Luiz Piva ao Senado e o servidor público Maicon Palagano, de Marechal Cândido Rondon, como vice na chapa. A convenção, porém, foi mera formalidade, uma vez que os nomes já tinham sido definidos na conferência eleitoral realizada em abril. 
De acordo com Pilotto, a aliança com o PCB, até então cogitada, acabou não acontecendo. "O PCB resolveu trilhar seu caminho sozinho, com candidato próprio, e a gente respeita essa decisão". Funcionário do Hospital de Clínicas (HC), o sociólogo de 30 anos será o candidato mais novo a concorrer ao governo do Estado. Seu principal objetivo, diz, é "despolarizar" a disputa, hoje concentrada em Beto e na senadora Gleisi Hoffmann (PT). "A gente enxerga que são nomes com políticas muito parecidas. A população vem demonstrando desejo de mudança."

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