A viagem do pontífice tem três etapas: Amã, Belém e Jerusalém. Ele
passará pelos Territórios Palestinos até chegar a Israel. Forte esquema
de segurança promete proteger o papa, o que vai dificultar a aproximação
de cristãos.
Francisco disse na quarta-feira (21/05) que a viagem à Terra Santa é
‘estritamente religiosa’. “Será uma viagem estritamente religiosa, em
primeiro lugar para um encontro com (o patriarca de Constantinopla)
Bartolomeu: Pedro e André se reunirão novamente, e isso será belo!”,
afirmou Francisco.
Francisco repetirá o histórico gesto de Paulo VI há 50 anos, ao se
encontrar com o patriarca ecumênico Bartolomeu I na delegação apostólica
de Jerusalém, 'no mesmo cômodo' em que seu antecessor se reuniu pela
primeira vez com o então líder ortodoxo Atenágoras I.
O papa, assim como fizeram anteriormente João Paulo II e Bento XVI,
peregrinará pelos lugares simbólicos do cristianismo como o Santo
Sepulcro, o Cenáculo, o Monte das Oliveiras e o Rio Jordão, em uma terra
onde os cristãos são minoria.
No domingo (25/05), irá de helicóptero da capital jordaniana até Belém,
onde será recebido pelo presidente palestino, Mahmoud Abbas, e se
reunirá com as autoridades, para depois celebrar uma missa ao ar livre
na Praça da Manjedoura, junto ao local onde, segundo a Bíblia, nasceu
Jesus.
Na segunda-feira (26/05), o último dia de sua viagem, o papa visitará o
grão-mufti de Jerusalém, Amin al-Husayni, no edifício do Grande Conselho
na Esplanada das Mesquitas para, em seguida, protagonizar outro momento
simbólico: a visita ao Muro das Lamentações.


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