A candidata do PSB à Presidência da República, Marina
Silva, desconversou hoje (23/09), sobre se pretende buscar apoio do governador
Beto Richa (PSDB) ou de algum candidato ao governo do Estado no segundo
turno da eleição. O PSB integra oficialmente a coligação de Richa, mas
Marina se manteve neutra na eleição para o governo paranaense no
primeiro turno, se recusando a subir no palanque do tucano.
“Faltam doze dias. Segundo turno se discute no
segundo turno”, respondeu Marina, que desembarcou hoje em Curitiba para o
primeiro evento de campanha no Paraná. A aliança do PSB com Richa foi
fechada pelo ex-governador de Pernambuco e ex-candidato do partido à
Presidência, Eduardo Campos, que morreu em acidente aéreo em agosto e
foi substituído por Marina, sua candidata a vice. Marina, que se filiou
ao PSB depois que o partido que ela tentou criar – a Rede
Sustentabilidade – teve o registro recusado pela Justiça Eleitoral,
preferiu manter-se neutra nos Estados onde a legenda fechou acordo com
candidatos ao governo do PSDB.
“Quando fizemos a aliança, eu e Eduardo (Campos) e
depois da sua perda, eu e o Beto (Albuquerque, atual candidato a vice do
PSB), ficou mantido exatamente o que havia sido o nosso compromisso
desde o início. De que nos lugares em que a Rede Sustentabilidade não
estava na aliança teríamos a independência. O Beto (Albuquerque) tem
cumprido a agenda do PSB e eu me mantenho, da mesma forma como desde o
dia 4 de outubro, quando conversamos, foi estabelecido”, argumentou a
candidata.
Bem Paraná/foto: Valquir Aureliano
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